Software pequeno, focado num gargalo específico de um nicho, vendido por assinatura. Pequeno no escopo, não na ambição.
Construídos e operados em casa antes de construir pros outros
Um micro SaaS faz uma coisa pra um tipo de cliente e cobra mensalmente por isso. Um otimizador de rotas pra operação de entrega. Uma página de imóvel que o corretor manda no WhatsApp com a marca dele. Uma caixa de WhatsApp que distribui conversas entre atendentes. Cada um resolve um gargalo que ferramenta genérica trata mal, pra um cliente que paga pra ter aquilo bem tratado. O escopo é estreito de propósito; é isso que o torna construível, vendável e sustentável por uma equipe pequena.
A ApexDev constrói e opera os próprios — ApexRoute, ApexRealty, ApexChat e outros estão em produção com clientes pagantes — e constrói pra fundadores e empresas que enxergaram um gargalo no mercado deles. O processo é o mesmo nos dois casos: validar que o gargalo é real e pago, colocar no ar um MVP com o fluxo principal em 8 a 14 semanas, ter cobrança e onboarding self-serve desde o primeiro dia, e medir ativação e retenção antes de adicionar qualquer outra coisa.
O que separa um micro SaaS que cresce de um que trava raramente é o código. É se a primeira versão foi estreita o bastante pra sair, se cliente novo consegue começar sem ligação de vendas, e se o fundador enxerga quem ativou e quem cancelou. A gente constrói essas três coisas desde o início, e entrega um produto que o fundador é dono — código, dados e a conta em cada provedor.
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Escopo definido antes de qualquer código ser escrito.